sexta-feira, 14 de junho de 2013

Tratamento para autismo – Qual o melhor






Os tratamentos para o autista tem uma realidade diferente de métodos convencionais. Quando um autista é tratado, todos a sua volta também participam. Os programas são intensos e precisam do apoio da família, dos profissionais de educação e dos amigos que convivem com o autista.



A principal questão do tratamento é o convívio social e tudo que o norteia. Para a elaboração do tratamento, a consulta ao médico é fundamental. Ele vai avaliar o quadro em que o autista se encontra e elaborar as melhores técnicas para ajudá-lo. O Proporção de Vida consultou na internet e estabeleceu algumas ações simples e muito importantes para o tratamento.

Análise do Comportamento Aplicada (ABA): Essa técnica diminui comportamentos problemáticos relacionados ao autismo. É preciso observar o autista e estabelecer quadros em que ele perde o controle das ações. Assim, aos poucos você vai colocando-o em diferentes ambientes e com diferentes pessoas. É o mesmo que avaliar onde ele se sente menos seguro e fazê-lo ficar confortável.

TEACCH – Treinamento e Ensino de Crianças com Autismo e Outras Dificuldades de Comunicação Relacionadas: Esse treinamento oferece estratégias cognitivas e comportamentais nos tratamentos do autismo que auxiliam os professores a intervir na capacidade de aquisição de habilidade do aluno. Esses programas são adquiridos por terapeutas que vão ensinar aos autistas novas formas de comportamento. Esses jogos auxiliam no ensino e são comuns em escolas especiais. Os pais também podem ter em casa. Sendo assim, o filho aprende na escola e reforça em casa.

Sistema de Comunicação por Troca de Figuras (PECS – Picture Exchange Communication System): A crianças aprende, com um jogo, a se comunicar em forma de figuras. O PECS pode ser usado em casa, na sala de aula ou em vários outros ambientes. Um terapeuta, professor, pai ou mãe ajuda a criança a construir vocabulário e articular os desejos, observações ou sentimentos usando as imagens sistematicamente.

Terapia fonoaudiológica: Autistas podem ter a fala prejudicada. Por isso, ir a um fonoaudiólogo é fundamental. Eles usarão técnicas especiais e desenvolverão melhor a fala desses indivíduos.
E esse profissional não só ajudará o autista a falar, com também a compreender o que dizem pra ele. Pode ser que o autista não seja o melhor interlocutor, porém, se comunicará facilmente. Quanto aos pais, basta incentivar em casa a pronuncia certa das palavras e ir treinando com o filho. Esse processo requer paciência e carinho. Não imponha a pronúncia certa. Em forma de brincadeira, ensine a falar.


Terapia Ocupacional (TO): Esse processo vai ajudar com as habilidades cognitivas, físicas e motoras. O objetivo é ajudar a pessoa a se tornar funcional e independente. Com o tempo, você pode aprender com o profissional, técnicas para exercitar em casa.

Fisioterapia: A fisioterapia é fundamental para o desenvolvimento corporal do autista. Como ele é uma pessoas menos intensa, a falta de movimento por atrofiar algumas partes do corpo. É nesse aspecto que a fisioterapia é fundamental.

Acompanhamento psicopedagógico: A ida a escola das crianças autistas não é simples como as demais. Em alguns casos, ela pode se relacionar perfeitamente com crianças normais. No entanto, os pais precisam fazer bem essa escolha. Existem, hoje, escolas autistas especializadas para ajudar essas crianças especiais. No começo, o mais indicado é buscar esse tipo de ensino. Depois, conforme for a evolução das crianças, os professores indicarão que o mais indicado possa ser migrar para uma escola normal. Os pais precisam atentar também par ao booling. Se a criança tiver aprendizado mais lento que seus colegas, pode ser julgada por eles e virar piadinha na escola. Isso não pode acontecer de modo algum, pois irá comprometer o desenvolvimento do jovem.

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